José Gomes Ferreira fala das agências de rating (sem espinhas)

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Author: jolande

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25 thoughts on “José Gomes Ferreira fala das agências de rating (sem espinhas)”

  1. Não se gosta das notícias, ataca-se o mensageiro.
    As agências de rating podem ser suspeitas, e ter pecado por atraso, mas o problema maior não está aí. O problema está no excesso de endividamento, e nas pessoas que acham que a solução é descobrir novas formas de contrair mais dívida.
    Arranjar bodes expiatórios só serve de desculpa para imprimir mais dinheiro, e para não enfrentar a realidade: o estado social, coercivo, não funciona.
    Vejam Bastiat, Mises, etc (escola austríaca de economia)

  2. Gosto muito da análises do J.Gomes Ferreira ! Por acaso não conhecia esta participação no Jornal da tarde que é magnífica. Aquilo que ele diz é absolutamente verdade. Os E.U. preparam-se, mais uma vez, para emitir mais moeda, ou seja- aumentar mais a dívida, o que não vai ajudar nada… E Bush invadou o Iraque porque Saddam queria negociar o petroleo em euros e isso era péssimo para os EU… Portanto, a América manipula o Mindo a seu bel prazer e segundo o seu interesse !

  3. @1984jacr Temos alguns produtos que são exclusivos. Pelo menos 3 tipos de vinho, cortiça, a melhor castanha do mundo e a melhor cereja. Temos igualmente enorme qualidade em mobiliário, sapatos e outros têxteis. O problema é não termos as MARCAS reconhecidas. Apenas somos produtores e, os produtores, são sempre os mais mal pagos. Temos de ser Intermediários. Criar marcas com presença. Para mim, essa é a única solução para os nossos problemas.

  4. @GabKoost Portugal exporta muito pouca coisa…se exportasse muita coisa a situação seria diferente. Quantos portugueses trabalham em empresas nacionais exportadoras? Uma meia dúzia. O euro forte não parece representar um problema para a Alemanha e França. Se exportarmos para dentro da zona euro esse problema não se põe. Para além de que os americanos sempre tiveram uma moeda forte e isso nunca foi um problema para eles no que toca às exportações. Temos que produzir com qualidade, concordo.

  5. @1984jacr Isso não é correcto. Portugal exporta muita coisa e, em alguns casos, nem tem produção que chegue para os pedidos. O problema de Portugal está na falta de competitividade das empresas e no euro forte. No 1º caso, nunca poderemos competir com grandes países em termos de preços. O que podemos fazer é apostar nos produtos de excelência que é o que temos feito. Outros problemas são os chulos a gamar, o mercado paralelo, Mais, o Português n tem educação financeira e poe cordas ao pescoço.

  6. Ou refazemos os nossos sectores primário e secundário, ou então não vamos a lado nenhum. Se em vez de andarem por aí a construir mega centro comerciais para sacar a massa aos portugueses, investissem em industria e produção nacional, as coisas seriam bem diferentes. O problema é que os cobardolas dos empresários portugueses cederam à pressão dos grandes da Europa, acumularam o capital dos empréstimos e agora estão a viver à grande e se isto cair, nas contas deles na Suiça, já ninguém toca.

  7. @vbguerre As coisas não se resolvem com: Temos uma economia miserável, logo, vamos todos viver de uma forma miserável para não gastarmos mais do que miseravelmente produzimos. É preciso investimento para que a economia cresça. É preciso que os rendimentos do trabalho subam para que o dinheiro flua e a economia cresça. É preciso que os empresários portugueses tenham visão, que se aumentem as exportações. Podemos produzir carros, navios, até aviões…não há é vontade nem visão.

  8. @GabKoost Os problemas da economia portuguesa têm a ver com a ganância e a inaptidão dos empresários, que só pensam no curto prazo e criaram uma geração de 500 euritas. Têm também a ver com o problema base da economia monetária que pura e simplesmente está destinada ao fracasso. Mas acima de tudo tem a ver com a jogada dos franceses e alemães, que nos obrigaram a deixar de produzir fosse o que fosse, para lhes comprarmos tudo a eles. Não pensaram é que um país que só importa não tem viabilidade.

  9. @GabKoost Curiosamente os americanos sofrem do mesmo mal. Na América a situação é mil vezes pior, as hipotecas deixaram Detroit e Cleveland sem uma parte bastante considerável da população, só pelas execuções de penhoras. Resumidamente…os americanos são burros, os portugueses são burros…é só burros. Os Islandeses também são burros, os irlandeses, os italianos, os espanhóis, os gregos, os belgas…todos com problemas como o nosso…todos burros.

  10. Agora sr.Barroso,mostre ao Pais/Europa o que deve fazer a serio,e não ser inutil como o Sr.foi quando abandonou Portugal para exercer o cargo mais do seu agrado e assim deixando Portugal sem 1ª ministro.
    Farto de pessoas como vocé está o povo

  11. É bem verdade, puseram-se a jeito… Não me incluo nisso, muitas vezes fiquei a olhar para pessoas do meu emprego que sabia ganharem o mesmo (ou menos) que eu a falarem de plasmas, alta definição, jipes, férias em Cubas, Repúblicas Dominicanas, Brasis, “a minha mobília é toda do IKEA” (já conhecia a pessoa vários anos antes de chegar o IKEA, o que significa que a mudou toda). Sapatos e roupa de marca para os filhos, que eles não tiveram (percebo isto só até certo ponto, sejamos racionais).

  12. Na altura, não haja dúvida que foi bom, mas neste momento, o grande problema de Portugal é estar na União Europeia. Limita em muito as exportações e importações,

  13. @GabKoost LOL
    portanto os defecientes nao devem ser protegidos e isso?
    rampas pa pessoal de cadeiras de rodas lugares de supermecado e isso tudo pa acabar porque os senhores dos edificios nao tem culpa…

  14. @1984jacr A mim não me enganaram. Eu bem os via a andar de BMW e ir de férias não sei onde todos os anos. Agora estão na MERDA e tem de emigrar deixando a família como fizeram os seus avós. Há burros. Os burros são os que compravam sem fazer contas à vida. Os bancos propõem a quem quer. Não os culpem pela deficiência mental de alguns consumidores.

  15. Parece-me mais um a querer tirar protoganismo desta situação toda, que eu saiba a Irlanda já bateu no fundo há muito tempo, e a Italia será a seguinte! Fazem grandes discursos quando a ideia é bascia, não podemos gastar mais que aquilo que produzimos! Se eu ganhar x, não posso gastar x+y! Se um operario portugues não ganha o mesmo que um operario alemão, porque razão um juizo, deputados, politicos, ministros etc. portugueses ganham igual ou em alguns casos até muito mais que os mesmos da Alem.?

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